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Viajantes Especiais

Grávida precisa de atestado médico

Até a 36ª semana de gravidez a viagem aérea não oferece riscos ao feto ou à gestante, desde que a gestação não apresente complicações. A partir dessa fase não é recomendada devido à proximidade do parto e ás modificações no organismo da mulher. Se for imprescindível, é necessária a liberação por meio de atestado médico. A partir da 38ª semana, a gestante só pode embarcar acompanhada dos respectivos médicos responsáveis.

No período pós-parto não existem restrições específicas para a mãe, mesmo de imediato. No entanto, deve-se adiar a viagem do bebê para depois da primeira semana de vida por causa das várias transformações que ocorrem no bebê e sua fragilidade nesse período.


Deficientes devem embarcar antes

Os deficientes físicos devem ser embarcados com no mínimo 20 minutos antes dos demais passageiros e instalados em assentos especialmente designados pelas empresas aéreas.

Os assentos devem ficar próximos das saídas de emergência e dos banheiros, em qualquer que seja a classe de serviço.

Os procedimentos de embarque e desembarque devem ser executados por funcionários especialmente treinados. As empresas precisam dispor de cadeira de rodas e não cobrar tarifa extra pelo uso.

A empresa aérea e o agente de viagem deverão instruir o passageiro especial para que se apresente no aeroporto de embarque com a antecedência mínima de uma hora e meia em relação à hora prevista de decolagem.


Menor só viaja com autorização reconhecida em cartório

Menores de 18 anos só podem viajar sem a presença dos pais se apresentarem uma autorização registrada em cartório, devidamente assinada pelo pai e pela mãe --ou por um tutor-- e de um juiz da infância e da adolescência

Se o menor for viajar apenas com o pai ou a mãe, o outro deverá assinar a autorização. Se um deles não for brasileiro, deve ter a assinatura reconhecida em cartório antes de encaminhar o documento ao consulado.

O documento deve ter os números das cédulas de identidade, órgão emissor, data de emissão e as assinaturas do menor e dos representantes e deve ser anexado ao passaporte do menor.

Em caso de morte de um dos pais, deve ser apresentada a certidão de óbito original. Na falta dos dois, o documento deve ser assinado pelo juiz da criança e do adolescente.

São cobrados US$ 20 para legalizar cada autorização.


Animais precisam de "passaporte"


O que você precisa saber

  • Informe-se no consulado do país que ver visitar sobre quais são os documentos necessários.
  • Ao pegar as informações, informe a raça e a espécie do animal. A legislação varia bastante.
  • Procure consultar o Ministério da Agricultura e o órgão responsável pela fiscalização ecológica do país.


O que o Brasil exige dos animais estrangeiros.

  • Certificado de que o animal não sofre de raiva.
  • Guia do GTA (guia de transporte animal), fornecido pelo Ministério da Agricultura do país de origem.
  • Atestado que o animal não tem doença infectocontagiosa.
  • Aprovação de todos os documentos pelo consulado.
  • Autorização prévia do Ministério da Agricultura e do Ibama para o embarque.
  • Verificar se o animal é classificado como selvagem pelo Ibama. Se sim, não pode entrar no país.


Como viajar com animal dentro do Brasil.

  • Tenha a Guia de Transporte Animal (GTA)para os animais domésticos. A guia tem validade de sete dias, para apenas um sentido da viagem.
  • O animal deve viajar dentro derecipiente adequado a seu tipo e tamanho, à prova de fuga ou vazamentos. Fêmeas em período de gestação não podem viajar de aviao.
  • Faça reserva para o animal com no mínimo 48 horas de antecedência.
  • No embarque tenha em mãos um atestado de sanidade animal, fornecido pela Secretaria Estadual de Agricultura, por algum posto do Departamento de Defesa Animal, ou pelo veterinário.
  • Apresente o comprovante de vacinação anti-rábica para animais com idade acima de quatro meses, com o nome do laboratório produtor e número de partida da vacina. A vacina deve ter sido aplicada num período mínimo de 30 dias e máximo de um ano, antes da viagem.
  • Normalmente, os animais são transportados no compartimento de cargas. Podem viajar na cabina em casos muito especiais e com pagamento de taxa suplementar. As exceções valem para cães treinados acomopanhando deficientes visuais, por exemplo.
  • As companhias aéreas exigem que o animal tome um calmente quando viajar na cabina. O passageiro tem que apresentar a receiba veterinária, com a dose de tranquilizante e o horário em que ele deve ser aplicado.



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